Mês: janeiro 2014

As 6 amizades mais inusitadas do reino animal

Postado em

O universo animal nunca cansa de nos surpreender. Constantemente, são divulgadas histórias de pessoas que registraram as amizades mais inusitadas entre animais de espécies diferentes na natureza. Neste post você vai encontrar alguns dos casos mais diferentes de companheiros no reino animal.

O cão Tinni e a raposa Sniffer

Torgeir Berge/Facebook: torgeir.berge.16

Tinni (o cachorro) e Sniffer (a raposa) são amigos inseparáveis que vivem em uma floresta da Noruega . O fotógrafo Torgeir Berge é o dono de Tinni e assistiu o desenvolvimento da incrível relação de seu cão com esta raposa selvagem.

Torgeir Berge/Facebook: torgeir.berge.16

Torgeir Berge/Facebook: torgeir.berge.16

Bubble e Bella

Estes são Bubbles e Bella, um elefante de aproximadamente 4 toneladas e 30 anos, e uma cadela da raça Labrador Retriever. A amizade dos dois começou em 2007, quando um funcionário contratado para construir uma piscina para Bubbles no The Rare Species Fund abandonou Bella ainda filhote. Com a piscina, os dois tiveram a oportunidade de se encontrar na água, dando início a amizade.

Veja um vídeo dos animais:

O urso Baloo, a leoa Leo e o tigre Shere

Em um pequeno viveiro, o urso negro Baloo, a leoa Leo e o tigre de bengala Shere Kahn se abraçam, brincam com uma bola, perseguem-se uns aos outros e comem biscoitos o dia inteiro em uma amizade que parece ter sido traçada para a vida inteira.

Os três predadores foram resgatados ainda filhotes há 12 anos atrás de traficantes de drogas que negligenciavam os animais.

Os treinadores tentaram separar os animais após a recuperação, mas nenhum dos bichos gostou da ideia. Por anos, os treinadores ficaram preocupados que eles brigassem, mas até hoje não testemunharam nada além de paz entre os três.

Os filhotes de macaco, tigre e leão

Reprodução/Reuters

Em maio deste ano, quatro filhotes de três diferentes espécies passaram a interagir em um mesmo ambiente e a criar uma nova amizade. Um macaco ficou amigo do leão e ambos convivem tranquilamente com outros dois filhotes de tigres.

O leopardo e o Cão

Barcroft Media/Getty Images

O leopardo chamado “Salati” e o cachorro da raça golden retriever “Tommy” mantêm uma amizade inusitada em uma propriedade em Pretória, na África do Sul. Em entrevista a uma agência de notícias americana, o proprietário Richard Brooker afirmou que os dois animais estão sempre juntos. O caso ficou conhecido em 2010.

O elefante Themba e a ovelha Albert

Caters/Dailymail

Outro caso de amizade improvável no reino animal aconteceu na reserva de Shamwari, na África do Sul. O filhote de elefante Themba, que é órfão, e o carneiro Albert se tornaram melhores amigos.

Topbiologia

Anúncios

Microsoft se junta a projeto de software livre para entender comunidade do Linux

Postado em

microsoft

A Microsoft anunciou nessa terça-feira (28) que contribuirá com o Open Compute Project, destinando a ele informações de alguns dos seus servidores de computação na nuvem que armazenam serviços como o Bing e o Windows Azure. A decisão, segundo o PC World, é uma tentativa de padronizar e reduzir os custos de hardware da companhia.

A empresa de tecnologia com sede em Redmond também anunciou que está fornecendo códigos-fonte de sistemas de gerenciamento de projetos à iniciativa. O objetivo, neste ponto, é criar uma comunidade de software de código aberto lá. Além disso tudo, a Microsoft pode estar à procura de uma oportunidade de melhorar o seu sistema operacional destinado a servidores, o Windows Server, a partir da colaboração dos membros da comunidade.

“Acredito que eles estão tentando ter voz ativa numa comunidade que nunca os escutou”, disse Patrick Moorhead, fundador e presidente da empresa de pesquisa Moor Insights & Strategy. O Open Compute Project foi anunciado pelo Facebook em 2011 e de lá para cá tem se tornado uma importante comunidade de entusiastas do código aberto, o que é totalmente contrário ao modelo de negócios da Microsoft, que defende que o software é uma propriedade intelectual e jamais deve ser compartilhado.

Embora a Microsoft possa oferecer seus serviços e servidores aos entusiastas, o maior trunfo da companhia está no fato de que poderá utilizar as especificações e melhores práticas que são compartilhadas pelos entusiastas do projeto. Com elas, a empresa poderá otimizar seus servidores, tornando-os mais eficientes e inovadores. No entanto, para fazer uso dessas informações, a Microsoft também teve que fornecer informações sobre seus servidores.

“As especificações dos servidores na nuvem da Microsoft fornecem informações essenciais sobre os data centers que desenvolvemos até aqui e que hospedam um diverso leque de serviços na nuvem”, disse Bill Laing, vice-presidente corporativo da divisão de nuvem e negócios da Microsoft. Além da Microsoft, o Facebook é a única empresa de serviços na nuvem que compartilha informações publicamente no projeto.

“Agora que faz parte do projeto, a companhia de Bill Gates espera conseguir entender a comunidade do Linux e do software livre, como eles funcionam e as melhores práticas que adotam”, disse Moorhead. É difícil dizer se a empresa conseguirá aproveitar adequadamente essa oportunidade, mas poderemos começar a descobrir isso na Open Compute Summit, encontro que reunirá a comunidade em São José, Califórnia, nesta semana.

Canaltech

Alterações climáticas estão a afectar reprodução de pinguins quase em extinção

Postado em

Investigadores seguiram uma colónia de pinguins-de-Magalhães na costa da Argentina e concluíram que as chuvas torrenciais, cada vez mais frequentes, mataram em média e por ano 6% das crias, durante 27 anos.

Investigadores acompanharam cerca de 3500 crias na costa da Argentina REUTERS/Enrique Marcarian
Todos os anos, durante o Inverno, os pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus),que vivem em grandes colónias na costa da América do Sul cumprem o mesmo ritual: após juras de amor eterno – a espécie é monogâmica – os casais constroem os ninhos no chão ou em pequenas tocas, onde a fêmea põe os ovos, as crias nascem e dois meses depois tornam-se independentes. Mas as alterações climáticas estão a quebrar este ciclo e a ameaçar a sobrevivência da espécie, já em risco.

Um estudo realizado por dois investigadores norte-americanos e publicado nesta quarta-feira no jornal científico PLOS One, indica que as chuvas torrenciais e as ondas de calor, cada vez mais frequentes e relacionadas, segundo os cientistas, com as alterações climáticas, estão a matar as crias dos pinguins-de-Magalhães, pondo em causa a renovação da população.

Os investigadores analisaram uma comunidade residente em Punta Tombo, na Argentina, na maior zona de acasalamento da espécie. Seguiram 3496 pinguins-de-Magalhães recém-nascidos, entre 1983 e 2010, durante a época de reprodução que vai de Setembro a Fevereiro, para averiguar a sua taxa de sobrevivência. Concluíram que quase dois terços das crias não chegam sequer a abandonar o ninho. E que durante aquele período, houve dois anos (1991 e 1999) em que a causa mais comum de morte foi a chuva torrencial, fatal para 50% a 43% das crias.

Em 27 anos, uma grande parte dos pequenos pinguins (40%) morreu de fome. Mas a falta de alimento e os predadores foram uma constante ao longo dos anos. Os cientistas constataram que nos anos em que houve tempestades registou-se um aumento da mortalidade. O calor extremo também provocou mais mortes, embora os números sejam menos expressivos. Os autores do estudo Alterações Climáticas Aumentam o insucesso na reprodução dos penguins-de-Magalhães concluíram que as mudanças climáticas foram responsáveis por matar uma média anual de 7% das crias.

Como outras aves recém-nascidas, as crias de pinguins são muito vulneráveis às condições climatéricas, sobretudo na primeira semana de vida. Podem morrer de hipotermia, uma vez que demoram algumas semanas a criar a plumagem lisa, densa e gordurosa que os torna resistentes ao frio e à água. As pequenas aves analisadas mostraram ser particularmente susceptíveis entre os nove e os 23 dias de idade, quando são grandes demais para serem protegidas pelos pais mas ainda demasiado jovens para desenvolverem a plumagem.

População a diminuir
“Os pinguins não estavam habituados a ter de lidar com esta variação do clima”, disse ao New York Times o principal autor do estudo, Dee Boersma, professor de biologia da Universidade de Washington. “E certamente não estão habituados a lidar com estas tempestades.” Segundo o investigador, desde 1987, o número de crias na colónia de Punta Tombo diminuiu em 24%, mas é difícil calcular qual a percentagem desse declínio que resulta das tempestades.

“As mudanças climáticas que aumentam a frequência e a intensidade das tempestades traduzem-se no maior insucesso reprodutivo dos pinguins-de-Magalhães”, afirmam os autores do estudo, sublinhando que o mesmo deverá estar a acontecer com outras espécies que procuram aquela zona para se reproduzirem.

Os pinguins-de-Magalhães nidificam na costa da Patagónia, Argentina, Chile e nas ilhas Malvinas. Segundo a descrição da espécie feita na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, em inglês), existem cerca de 1,3 milhões de casais mas a população está a diminuir. A espécie está classificada como “quase ameaçada de extinção”. Além das alterações climáticas, da falta de alimento (resultante, em parte, da sobrepesca de anchova, principal alimento na dieta dos pinguins) e dos ataques de predadores, a poluição é outra ameaça. Segundo a IUCN, todos os anos morrem mais de 20 mil adultos e 22 mil juvenis na costa da Argentina, devido à poluição causada pelo petróleo.

Public.pt

Pesquisador cria malware que pode rastrear toques na tela de smartphones

Postado em

Sistema é capaz de compreender movimentos dos usuários e pode ser usado para o roubo de senhas, por exemplo

Pesquisador cria malware que pode rastrear toques na tela de smartphones (Fonte da imagem: ShutterStock)

Se você ainda pensa que o Windows é o único sistema operacional que sofre com invasões e invulnerabilidades, precisa saber que os seus conceitos estão bem ultrapassados. Computadores com Mac OS X e Linux também sofrem nas mãos dos hackers e até mesmo os portáteis podem receber vírus e diversos outros malwares durante a navegação pela internet ou conexão a redes ou sistemas infectados.

E mais do que os sistemas habituais que causam lentidões nos sistemas, os malwares em smartphones podem causar danos bem complicados. Pesquisadores da Trustwave acabam de divulgar um estudo que prova que é perfeitamente possível criar um sistema que cria rastreamentos completos dos toques nas telas dos smartphones. O estudo é de Neal Hindocha — da empresa de segurança Trustwave —, que criou um código malicioso bem perigoso.

Esse código é capaz de rastrear os toques (tanto os pontuais quanto os arrastados) na tela sensível ao toque. Utilizando um malware similar a esse, um hacker pode identificar diferentes códigos utilizados, incluindo senhas, PINs, números de conta e diversas outras informações sigilosas e de uso pessoal. Pela repetição dos eventos, o hacker pode até mesmo saber qual é o padrão de desbloqueio daquele aparelho.

Roubando informações pelo mapa de toques

Mais do que isso, Hindocha afirma que hackers que tenham acesso a capturas de tela possam fazer ainda mais estrago. Bastaria combinar as imagens da tela do smartphone invadido com os mapas de toques aplicados para que o invasor soubesse exatamente quais são os dados daquele usuário. Em termos gerais, é algo muito similar ao que acontece com keyloggers, mas dedicados ao sistema de toques em tela.

A boa notícia é que o pesquisador afirma que ainda estamos muito longe de algo assim no mundo real. Por enquanto, somente aparelhos Android com Root ou iPhones com jailbreak — que ainda precisam estar conectados a computadores com um sistema específico — podem sofrer os rastreios. Ou seja, ainda não é possível realizar esse processo por meio de servidores remotos. O lado ruim é que nós já sabemos que isso é possível e não deve demorar para que os hackers consigam fazer isso de verdade.

Fonte: Forbes, BGR

Via Tecmundo

Novo vírus multiplataforma em Java ataca Windows, Mac e Linux

Postado em

Praga usa sistemas infectados para atacar sites.
Em sistemas vulneráveis, infecção ocorre após visita a site.

A desenvolvedora de antivírus Kaspersky Lab publicou na terça-feira (28) a análise de uma praga digital multiplataforma capaz de atacar Windows, OS X (computadores Mac) e Linux.

Desenvolvida inteiramente em Java, a praga coloca o computador infectado sob o comando do hacker e permite que sistema seja comandado para fazer parte de ataques de negação de serviço, que sobrecarregam sites para tirar páginas do ar.

Para infectar o sistema, o vírus usa uma brecha no Java que foi corrigida pela Oracle na metade de 2013. Um sistema no qual o Java não foi atualizado e em que o plug-in do Java está ativado no navegador, basta visitar uma página maliciosa para que a praga seja imediatamente instalada no sistema.

O arquivo do vírus fica armazenado no diretório pessoal do usuário e uma entrada de inicialização é adicionada para que o programa seja iniciado junto com o sistema operacional. No Windows, uma chave é adicionada ao registro. No Mac, é usado “launchd”; no Linux, o  “/etc/init.d/”.

O software fica oculto e conecta o PC a um canal de bate-papo de Internet Relay Chat (IRC). Nesse canal de “bate-papo”, o hacker pode colocar uma mensagem que, ao ser recebida pelo vírus, será interpretada como um comando.

Esse não é o primeiro vírus multiplataforma desenvolvido em Java. Pragas anteriores, no entanto, tinham instabilidade quando executadas em um sistema diferente do Windows. Em 2011, uma estatística mostrou que uma praga multiplataforma infectou mais Macs que computadores com Windows 7.

G1

 

Um resgate emocionante – veja o vídeo

Postado em

Esse foi um resgate impressionante de um cachorro que estava dentro de uma tubulação de drenagem pluvial, ocorreu na cidade de Blumenau, Santa Catarina. Dentro dessa tubulação tinham dois cachorros, infelizmente um estava morto. Foi preciso retirar o cachorro morto para então salvar o cachorro vivo.

Um resgate emocionante que merece ser compartilhado.

Conexão Jornalismo

Explosão estelar iluminará o céu nas próximas semanas

Postado em

.

Uma explosão estelar excepcionalmente próxima da Terra vai iluminar o céu nas próximas semanas. A explosão da supernova será na Galáxia do Charuto, chamada assim devido ao seu formato. O local fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra e oferecerá uma oportunidade única para se estudar uma supernova.

A descoberta, no entanto, foi feita por acaso. Steve Fossey, um astrônomo do University College de Londres (UCL), da Grã-Bretanha, descobriu a supernova com um pequeno telescópio de 35 centímetros.

“Estávamos fazendo uma observação há uma semana com estudantes do UCL e, em uma das imagens que conseguimos, de curta exposição, pudemos ver este ponto brilhante de luz na imagem da galáxia. Imediatamente nos demos conta que isto era uma supernova, a explosão de uma estrela”, disse Fossey à BBC.

Fossey consultou colegas de outros observatórios e confirmou a descoberta. A União Astronômica Internacional catalogou a supernova como SN2014J.

A supernova é tão brilhante que poderá ser vista com telescópios domésticos de boa qualidade ou até mesmo com binóculos, quando atingir o ponto máximo de seu brilho, algo que deve ocorrer dentro de uma semana.

Junto com observadores do mundo todo, Fossey se prepara para recolher informações e aprender tudo o que puder enquanto a supernova for visível no céu.

Oportunidade

O astrônomo explicou que esta galáxia, “em particular, é incomum e está muito próxima; uma supernova tão próxima como esta provavelmente ocorre uma vez em décadas”.

“É uma oportunidade excelente para a frota de naves espaciais que temos e para os observatórios na Terra”, acrescentou Fossey.

A supernova da Galáxia do Charuto, na constelação de Ursa Maior, permanecerá brilhante por cerca de um mês e os cientistas querem aproveitar ao máximo a possibilidade de conhecer todos os segredos desta galáxia.

“Um dos modelos aceitos é que ela tem o que chamamos de uma anã branca, que efetivamente é uma estrela como o Sol e que está na fase final de sua vida, inerte e quente, uma estrela que tem uma companheira binária, uma amiga, atraindo material dessa amiga e ficando maior e mais quente até que se detona a uma temperatura crítica e explode em pedaços”, explicou o astrônomo.?

“Com estas naves no espaço, podemos observar a onda expansiva deste material, desta explosão, ao impactar no material que há a seu redor, incluindo sua companheira. E esta é a chave, precisamos compreender a companheira”, acrescentou Fossey.

O cientista afirma que esta poderia ser uma estrela como o Sol ou este poderia ser um outro tipo de evento espacial, que incluiria duas anãs brancas.

Para o cientista, compreender estes “estalos estelares” pode levar à resolução de outros mistérios, pois as “supernovas são faróis de luz”.

Além de ajudar a compreender o processo de morte de uma estrela, as supernovas são muito importantes pela luminosidade, que permite medir com precisão as distâncias entre as galáxias do universo, disse Fossey.

O cientista afirmou que os astrônomos estão vivendo semanas de “atividade furiosa” com os instrumentos ópticos espaciais e terrestres apontando para a direção da galáxia, para acompanhar este processo e conseguir toda a informação possível sobre o brilhante fim desta estrela.

Jornal do Brasil