Mês: março 2014

Você sabe diferenciar alergia ao leite de intolerância à lactose?

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Todos os dias, os mesmos sintomas se repetem: cólica, gases, diarreia e enjoo. A suspeita médica é de que a causa seja algum alimento. Então, você se submete a um teste – às vezes demorado – para descobrir qual é esse alimento: a cada semana, elimina um item da dieta e observa se os sintomas permanecem. Certo dia, o responsável finalmente é identificado. Ao eliminar leite e derivados da alimentação, o seu sistema gastrointestinal funciona como nunca. Problema solucionado? Ainda não. Falta descobrir de você tem alergia ao leite ou intolerância à lactose.

Embora distintos, os problemas ainda causam confusão em grande parte da população que, em vez de buscar ajuda profissional, prefere simplesmente parar de consumir leite e derivados. Mas, de acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, especialista do Minha Vida, esse alimento é uma das principais fontes de cálcio para o organismo e excluí-lo pode acarretar sérios problemas de saúde, como a perda de massa óssea. Confira dicas de especialistas para que você consiga identificar essas disfunções e descobrir a melhor forma de lidar com elas – junto ao seu médico.

O que é que o leite tem?

Cerca de 2% das crianças têm alergia ao leite

Para início de conversa, vale alguns esclarecimentos básicos. “Alergia é uma resposta exagerada do sistema imunológico a um corpo considerado estranho pelo organismo”, explica a alergista Ariana Yang, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. No caso do leite, os corpos estranhos são as proteínas presentes neste alimento.

De acordo com a médica, a alergia ao leite costuma despontar ainda na infância. ?Cerca de 2% das crianças têm o problema, mas, como o sistema imunológico vai sofrendo alterações ao longo do tempo, a alergia costuma desaparecer?, aponta.

“A intolerância à lactose, por sua vez, é uma deficiência caracterizada pela falta de lactase, enzima responsável pela quebra da lactose, que é o açúcar do próprio do leite”, afirma a gastropediatra Vera Lucia Sdepanian, da Unifesp. Segundo a especialista, cerca de 70% dos adultos têm algum nível de intolerância, pois a quantidade de lactase no organismo vai diminuindo naturalmente após os cinco anos de idade.

Embora cada problema compreenda mecanismos completamente diferentes, os sintomas podem ser semelhantes em alguns casos. A alergia pode causar sintomas cutâneos, como urticárias, inchaço e coceira; respiratórios, como tosse e falta de ar e também gastrointestinais, como diarreia, dor de barriga e gases. A intolerância, entretanto, resume-se exclusivamente ao trato gastrointestinal.

Mudanças na dieta

A soja é uma ótima fonte de cálcio
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“A reação imunológica do alérgico ao leite não varia de acordo com a quantidade ingerida”, afirma a especialista Ariana. Assim, um pedaço de queijo ou um copo de leite podem desencadear sintomas de intensidade equivalente. O problema é que essa reação pode ser desde uma alteração leve de pele até um choque anafilático, que pode ser fatal. Por essa razão, leite e derivados precisam ser completamente excluídos da dieta do alérgico.

No entanto, essa medida resolve apenas parte da questão. Sem laticínios – uma das principais fontes de cálcio da nossa alimentação -, o alérgico precisa recorrer a outros alimentos para que a deficiência desse nutriente não leve a cãibras, perda de massa óssea e outras complicações. O especialista Roberto Navarro recomenda consumir soja e vegetais verde-escuros, como a couve e o brócolis, para contornar o problema.

Ainda assim, esse reforço alimentar pode não ser suficiente. “Nosso corpo consegue absorver até 90% de cálcio de alimentos de origem animal, mas apenas 10 ou 20% de cálcio de alimentos de origem vegetal”, diz o especialista. Neste caso, um nutricionista poderá recomendar suplementação do nutriente

Já para a grande maioria dos intolerantes à lactose, a restrição é menor rígida. “Nos graus leve e moderado dessa deficiência, o paciente ainda é capaz de digerir certa quantia de açúcar do leite”, explica a gastropediatra Vera. A quantidade de leite ingerida faz toda a diferença e a única dificuldade do intolerante é conseguir encontrar uma medida limite de consumo.

Outra saída é investir em alimentos com menor teor de lactose. “É possível encontrar algumas marcas de leite com até 90% menos lactose no mercado”, diz o nutrólogo Roberto Navarro. Ele recomenda ainda investir, sobretudo, em alimentos fermentados. “O processo de fermentação já consegue quebrar a lactose em partes menores, facilitando a digestão do intolerante”, conta. Nos casos mais agudos, são prescritas mudanças mais radicais na dieta similares às aplicadas ao alérgico.

Tratamento

Em ambos os casos, há necessidade de mudanças na dieta. Além disso, o alérgico pode se submeter a um tratamento de dessensibilização das proteínas do leite. ?Ele consiste na exposição do paciente a esses componentes que causam alergias e deve ser feito somente por um especialista?, esclarece a alergista Ariana. Para o intolerante, também há a opção de um medicamento de enzimas sintéticas de lactase. A prescrição pode ser feita apenas pelo profissional responsável pelo caso.

Minha Vida - Saúde, Alimentação e Bem-Estar

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Empresa lança no Brasil cartão de memória SD com rede WiFi integrada

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Acessório permite a você transferir remotamente arquivos de dispositivos que não possuem conexão wireless, como câmeras, impressoras, sons automotivos e muito mais.

Empresa lança no Brasil cartão de memória SD com rede WiFi integrada

(Fonte da imagem: Divulgação/DL)

Tirar fotos em uma festa e poder compartilhá-las no mesmo instante é um dos principais benefícios de um smartphone, diante de uma câmera fotográfica sem qualquer tipo de conexão. É claro que já existem câmeras equipadas com WiFi, mas, e que tal pegar sua máquina com suporte a cartão SD que não tem conexão alguma e transformá-la em um aparelho conectado à internet?

Isso agora é realidade graças a um cartão SD WiFi da DL, que cria uma rede pela qual você poderá transferir documentos, imagens e vídeos para qualquer outro equipamento via conexão wireless. E não é só para câmeras: outros dispositivos com suporte a cartões SD, como aparelhos GPS, sons automotivos e impressoras também podem ser beneficiados.

Conecte seus aparelhos sem internet

Isso significa que você poderá compartilhar instantaneamente fotos, vídeos, músicas e diversos tipos de arquivos, como planilhas e textos. É uma nova vida para seus gadgets desconectados. A velocidade de transmissão é de 300 KB por segundo e possui padrão de segurança WPA.

Assim que o cartão é inserido em um dispositivo, uma rede Wi-Fi que é acessada por senha é criada, e todos os arquivos inseridos no cartão podem ser compartilhados com celulares, tablets, notebooks, entre outros. Não é necessário instalar qualquer app para a utilização da rede.

O produto já está sendo comercializado nas lojas em dois modelos: 8 e 16 GB com preço sugerido de R$ 149 e R$199 respectivamente.

Via Tecmundo

Fonte: Assessoria de Imprensa DL

 

Microsoft muda política de privacidade depois de ela mesma invadir um email

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Empresa acessou o email do Hotmail de blogueiro francês para descobrir informações sobre o vazamento de códigos-fonte de alguns dos seus produtos por um funcionário.

Microsoft muda política de privacidade depois de ela mesma invadir um email(Fonte da imagem: Reprodução/MobilityDigest)

Recentemente, a Microsoft invadiu uma conta de email  do Hotmail de um blogueiro francês sem a sua permissão para rastrear informações sobre um funcionário que vazou códigos-fonte de alguns dos seus produtos – o qual acabou preso.

A medida foi revelada pela própria Microsoft, que alegou precisar de provas suficientes para uma ordem judicial. A medida estaria em consonância com os termos de serviço do Hotmail, os quais todos os usuários aceitam antes de criarem suas contas.

Mudanças nos termos de serviço

Mesmo assim, a medida pegou muito mal para a Microsoft, e a empresa foi amplamente criticada por usuários e também por organizações não governamentais que zelam pela privacidade das pessoas na internet.

A indignação surtiu efeito, e a Microsoft agora vai fazer mudanças nos termos de serviço do seu serviço de email. Em um post publicado hoje na plataforma de blogs da Microsoft, Brad Smith, do Conselho Geral da companhia, afirmou que isso nunca mais vai acontecer de novo e explicou como a empresa lidará com problemas semelhantes no futuro.

Processos legais

“A partir de agora, se recebermos informações que indicam que alguém está usando os nossos serviços para vazar propriedade intelectual ou física roubadas da Microsoft, não vamos inspecionar o conteúdo privado de um cliente nós mesmos. Em vez disso, vamos submeter a questão à aplicação da lei, se forem necessárias novas medidas”.

Em outras palavras, a empresa vai recorrer aos processos legais para resolver a questão, o que representa um sinal de progresso para companhia. Além disso, a Microsoft está fazendo uma parceria com o Electronic Frontier Foundaion e também com o The Center of Democracy and Technology para discutir questões de privacidade do consumidor.

Via Tecmundo

Fonte: EngadgetTechnet

 

Surto do vírus Ebola na África Ocidental

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O primeiro grande surto humano da febre hemorrágica Ebola na África Ocidental já matou dezenas de pessoas na Guiné e pode ter se movido para Libéria, país vizinho e para Serra Leoa. Em março a Organização Mundial da Saúde relatou 86 casos com 59 mortes em quatro distritos do sudeste de Guiné, e pelo menos seis casos suspeitos, com cinco vítimas fatais, estavam sendo investigados na fronteira com a Libéria. O culpado é o Ebola vírus Zaire (ZEBOV), diz o virologista Sylvain Baize do Instituto Pasteur de Lyon, na França, que com seus colegas analisou amostras iniciais do surto. ZEBOV é o mais mortal das cinco espécies conhecidas de Ebola, é o que relata uma matéria da revista Science desta semana.

Este é o primeiro surto do ZEBOV fora da África Central, e Baize diz que vai ser importante para tentar entender como o surto começou. Morcegos frugívoros podem ser os portadores assintomáticos do vírus, e eles são fortemente suspeitos de terem um reservatório onde o Ebola esconde outros surtos, estudos de campo estão sendo feitos para encontrar um culpado definitivo, mas “são muito difíceis.”.

Jornal do Brasil

Cromossoma artificial da levedura sintetizado no laboratório. E funciona

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Cientistas ajudados por um batalhão de estudantes conseguiram construir de raiz, pela primeira vez, um dos cromossomas do fermento do padeiro, microrganismo cujas células são parecidas com as nossas.

Desenho do cromossoma artificial, com as alterações assinaladas por “alfinetes”, pontos brancos e zonas claras LUCY READING-IKKANDA

Pela primeira vez, uma equipa internacional de cientistas sintetizou na íntegra um cromossoma de uma célula dita eucariota – isto é, de uma célula semelhante às de todos os animais e todas as plantas à face da Terra, com o seu ADN contido dentro de um núcleo celular. Os resultados foram publicados online esta quinta-feira pela revista Science.

O feito é considerado um passo significativo na área emergente da biologia sintética. Isto porque, até aqui, o material genético reconstituído artificialmente por outras equipas, tais como a do mediático geneticista Craig Venter, pertencia a organismos muito mais simples (ou procariotas), tais como bactérias e vírus.

“O nosso trabalho faz avançar o ponteiro da biologia sintética da teoria para a realidade”, diz Jef Boeke, da Universidade de Nova Iorque (EUA), em comunicado daquela universidade. Boeke liderou este esforço de sete anos em colaboração com colegas de outras instituições em França, Reino Unido e Estados Unidos.

Os autores sintetizaram no laboratório o cromossoma número 3 do fermento do padeiro (a levedura Saccharomyces cerevisiae), cujo genoma contém um total de 16 cromossomas, correspondentes a cerca de seis mil genes (um terço dos quais têm uma versão humana, por vezes responsável por doenças). Trata-se de um dos seres vivos mais estudados do planeta – e que, para além de ser utilizado há milénios no fabrico pão e da cerveja, serve hoje para produzir biocombustíveis e medicamentos. O genoma deste microrganismo foi sequenciado na íntegra em 1996.

A construção do cromossoma em causa passou por juntar, numa cadeia molecular, 273.871 “pares de bases” – isto é, blocos de construção da dupla hélice de ADN –, obtendo assim um cromossoma artificial um pouco mais curto do que o natural. E para isso, a equipa recrutou cerca de 60 estudantes universitários, todos eles a cursar uma cadeira intitulada “Construa um genoma” e criada pelo próprio Boeke na Universidade Johns Hopkins (EUA).

Os estudantes tinham por missão, como parte do currículo do curso, obter, a partir de versões sintéticas das bases (ou “letras”) do ADN disponíveis comercialmente – e recorrendo a técnicas de biotecnologia – , troços do cromossoma 3 do fermento do padeiro com 750 a 1000 pares de bases ou mais. As razões que levaram a equipa a escolher o cromossoma 3 como alvo da primeira síntese integral no âmbito deste projecto, cujo objectivo é reconstituir artificialmente a totalidade dos 16 cromossomas da levedura, foram o facto de ser um dos mais pequenos e de ter funções relevantes para o ciclo de vida das leveduras.

O cromossoma artificial que daí resultou tem mais de 500 alterações em relação ao seu homólogo natural, explica ainda o comunicado, entre remoções de fragmentos repetidos, do chamado ADN-lixo e de certos genes “saltitões” que se sabe produzirem mutações aleatórias. Por outro lado, foram-lhe acrescentadas certas sequências genéticas extra, de forma a que os cientistas pudessem não só distinguir o original da cópia, como também apagar ou deslocar genes à vontade no cromossoma. Tudo isto foi feito recorrendo a um software especializado, com o qual os cientistas construíram virtualmente a sequência genética do novo cromossoma antes de o fazer fisicamente.

Lotaria genética

Uma vez acabado este trabalho, a primeira coisa que os cientistas fizeram – e que Boeke considera ser o mais importante avanço obtido neste trabalho – foi testar a funcionalidade do cromossoma artificial: a sua capacidade de se reproduzir fielmente em diversos meios de cultura. Para isso, introduziram esse cromossoma dentro de células de levedura. Resultado: as células com o cromossoma artificial revelaram ter um comportamento “notavelmente natural”.

A seguir, a equipa testou a resistência do cromossoma artificial a certas manipulações genéticas, “baralhando” os seus genes (graças às sequências genéticas adicionais introduzidas à partida) tal como se de um baralho de cartas se tratasse. “Podemos escolher um grupo de genes, mudar a sua ordem natural ao longo do cromossoma e construir assim milhões e milhões de baralhos [estirpes de levedura] diferentes”, diz Boeke.

“Fazer alterações num genoma é uma lotaria”, acrescenta. “Basta uma alteração errada e a célula morre. Mas nós fizemos mais de 50.000 alterações à sequência de ADN do cromossoma 3 artificial e as nossas leveduras sobreviveram. Isso é notável e mostra que o nosso cromossoma é resistente e que pode conferir novas propriedades às células de levedura. (…) Isto vai permitir-nos obter leveduras que sobrevivem melhor numa pletora de condições ambientais, tolerando, por exemplo, altas concentrações de álcool.” Ou diversas temperaturas ou níveis de acidez – ou ainda a presença de compostos que normalmente danificam o ADN.

A ideia de Boeke de envolver activamente os seus estudantes nas pesquisas fez entretanto adeptos em países como a Austrália, China, Singapura, Reino Unido e outros locais dos Estados Unidos (mais informações em http://syntheticyeast.org/), internacionalizando ainda mais o projecto de construção do genoma artificial da levedura.

O objectivo final é conseguir um dia inventar microrganismos artificiais feitos à medida e capazes de fabricar novos medicamentos e vacinas, matérias-primas alimentares ou ainda novos biocombustíveis. A síntese do cromossoma 3 da levedura, designado synIII, mostra que isso é possível. O trabalho também fornece um modelo experimental para o estudo dos genes e das suas interacções, para perceber como as redes de genes determinam os comportamentos biológicos individuais, lê-se no comunicado.

Já a seguir, a equipa de Boeke tenciona continuar a reorganizar os genes de synIII para testar as propriedades dos cromossomas obtidos e ao mesmo tempo desenvolver formas de sintetizar os outros cromossomas da levedura mais rapidamente e a menor custo.

Público Pt

6 dicas para ativar a sua criatividade

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É uma das grandes barreiras psicológicas de quem quer mudar de vida: na hora de criar algo novo, muita gente empaca. Mesmo se tratando de sonhos, nem sempre somos capazes de os colocar em prática da melhor maneira. E nem sempre sabemos como tornar nosso produto realmente criativo e original.

E se criatividade é uma palavra tão importante para quem quer criar seu próprio negócio (e não só), achamos importante divulgar algumas formas de contornar o problema da folha em branco. A chave estará sempre em você, mas as dicas da Juliana Garcia, que listamos abaixo, podem realmente fazer a diferença. Olha só:

1. Saia do lugar comum

O que a criatividade mais ama? Realizar o incomum! Para criar algo novo, é preciso sair da zona de conforto. Permita-se conhecer novos lugares, novas pessoas, outros olhares. Beba em outras fontes: visite blogs que tratem de assuntos diferentes do que você costuma ler, participe de eventos culturais, tente outras formas de fazer as mesmas coisas. Experimente.

2. Relaxe a mente

Tem horas em que ficar martelando na mesma ideia nos rouba mesmo a inspiração para criar. Faça pausas e seu cérebro agradecerá. Tome um chá, folheie uma revista, converse. Deixe a mente respirar um pouco, depois você vai retornar com muito mais energia.

3. O bom e velho caderninho

Tenha um caderninho sempre à mão e registre o que quer que passe pela sua cabeça. Trechos de poemas, uma música, o título de um livro, um lembrete. Mais adiante, esse caderno pode ser um tesouro de referências para você consultar quando der um branco.

4. Não copie

Não tem coisa mais frustrante para a criatividade do que você sair copiando o que já foi feito por aí. Tudo bem, num mundo com tanta variedade e tanta informação é difícil “inventar a roda” todos os dias, porém… Copiar, além de desrespeitar a obra alheia, abafa o seu processo criativo. Inspirar-se? Sim. Mas só se for para construir algo novo a partir disso. Topa o desafio?

5. Crie por meios diversos

Coloque a criatividade para trabalhar em mais campos de sua vida e em atividades diferentes daquilo que já é rotineiro para você. Escreva, dance, pinte, cozinhe, cante, enfim. Envolva sua vida num clima de exercício criativo, assim você não vai enferrujar!

6. Olhar de criança

Sabe aquela curiosidade das crianças? Observe desconhecidos, pergunte mais, imagine como seria se você fizesse de outro jeito. Com esse olhar é que a gente abre espaço para o novo entrar.

Comece a exercitar agora mesmo e mantenha a luz da criatividade acesa! Não deixe para depois, comece hoje. Prontidão é um dos principais combustíveis para a energia criativa.

Via nomadesdigitais

Texto originalmente publicado no site de Juliana Garcia. Reprodução autorizada.

Quase metade dos empregos nos EUA podem ser trocados por robôs, diz estudo

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Robô Ajudando Humanos

Um estudo publicado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, chegou à conclusão de que 47% das ocupações nos Estados Unidos podem vir a ser automatizadas nos próximos anos. Carl Frey e Michael Osborne estudaram em detalhes 702 tipos de emprego.

Os pesquisadores criaram um modelo probabilístico utilizando o Processo Gaussiano e com isso puderam analisar a possibilidade de computerização de diferentes ocupações. Assim, eles as classificaram em zonas de baixo, médio e alto risco de automatização nos próximos 10 ou 20 anos. Empregos de baixo salário e que requerem poucas habilidades e conhecimentos ficaram no topo da lista de risco, assim como aqueles que são extremamente repetitivos e requerem agilidade manual.

Entre as ocupações de risco estão operador de telemarketing, caixa de loja, relojoeiro, contador, analista de crédito, motorista, operador de rádio, entre outros.

Canaltech