Mês: maio 2014

10 vídeos de meteoritos filmados enquanto zuniam pela atmosfera da Terra

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Há algo de inegavelmente incrível sobre uma pedra em chamas que entra na nossa atmosfera vinda do espaço.

Meteoritos são fragmentos de cometas, asteroides ou mesmo de planetas desintegrados que ganham esta denominação ao atravessar a atmosfera terrestre. Eles podem variar de tamanhos ínfimos até gigantescos, sendo que o maior conhecido é o Hoba West, encontrado próximo de Grootfontein, na Namíbia. Esta enorme rocha tem 2,7 metros de comprimento, 2,4 metros de largura e peso estimado de 59 toneladas.

Ainda que a ocorrência de meteoritos não seja algo extremamente raro, também não é um evento corriqueiro. Por isso, quando alguém consegue registrar em vídeo o momento em que estes corpos celestes incandescentes entram na atmosfera terrestre, é um feito e tanto. Abaixo, nós separamos dez vídeos com imagens incríves destes acontecimentos astronômicos:

10. Alberta e Saskatchewan, Canadá, em 20 de novembro de 2008

9. Cuzco, Peru, em 26 de agosto 2011

8. Santiago del Estero, Argentina, em 21 de abril de 2013

7. Uma bola de fogo é avistada acima da região de North Texas, em 7 de dezembro de 2012

6. Chuva de meteoros Gemínida, em dezembro 2012

Este evento aconteceu dos dias 4 ao 17, com auge em 14 de dezembro.

5. Meteorito Chelyabinsk

Ele entrou na atmosfera sobre a Rússia em 15 de fevereiro de 2013. Sua explosão feriu cerca de 1.500 pessoas devido à onda do choque e aos vidros quebrados como resultado do impacto.

4. Um meteorito filmado por um carro da Real Polícia Montada do Canadá em uma rodovia, em Alberta, Canadá, em 21 de setembro de 2013

3. Mount Castel, Ucrânia, 21 de novembro de 2013

2. Murmansk, Rússia, 19 de abril, 2014

1. Compilação de filmagens de meteorito de todo o mundo

Hypescience

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Criança, que nasceu com doença rara, teve seu crânio completamente cortado e montado como um quebra-cabeça

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Uma criança nasceu com um defeito bastante raro e passou por uma cirurgia altamente complexa, onde seu crânio foi cortado e remontado, como se fosse um quebra-cabeça.

Aos oito meses de idade, Harry Phipps foi diagnosticado com craniossinostose sagital (SC), uma doença que provoca a junção dos ossos do crânio antes do nascimento.

Ele suportou uma operação de 7,5 horas para corrigir o problema e remodelar seu crânio, passando vários dias na UTI. Mas agora, os pais acreditam que a criança conseguirá se recuperar completamente, tendo uma vida normal e saudável.

Quando Harry nasceu em janeiro de 2013, a sua circunferência da cabeça era maior do que o normal“, disse Amy Wilson, sua mãe. “Sua cabeça era longa e estreita, e havia uma crista no topo”, completou.

Na medida do possível, Harry estava se desenvolvendo bem, mas os médicos sabiam que, em algum momento, teriam que intervir. Em agosto de 2013, ele foi internado no Hospital Lister, em Hertfordshire, no Reino Unido, para avaliações sobre a necessidade cirúrgica, já que sua cabeça estava ganhando um formato cada vez mais incomum.

Os especialistas do hospital comentaram que a doença ocorre com 1 a cada 3 mil nascimentos. A cada 4 casos, 3 ocorrem com meninos.

Um exame confirmou que Harry tinha craniossinostose sagital. O problema pode levar ao acúmulo de pressão no cérebro, causando terríveis dores de cabeça, além de visão turba e problemas respiratórios consideráveis.

O que é craniossinostose?

Craniossinostose é uma condição rara, que faz com que os bebês desenvolvam uma forma irregular em seus crânios.

A forma anormal da cabeça de uma criança pode causar dores de cabeça persistentes, dificuldades de aprendizagem, problemas de visão.

A condição faz com que o crânio de um bebê comece a se fundir de forma prematura, o que impede o desenvolvimento e crescimento do crânio.

Jornal Ciência

Conheça os Pombos Jacobinos, considerados uma das aves mais elegantes do mundo

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Os pombos jacobinos não são essas aves comuns que estamos acostumados a ver nas ruas.

Eles possuem um verdadeiro capuz de penas que cobre seu pescoço, crescendo para cima, e por vezes suas penas ultrapassam a altura da cabeça.

Os jacobinos são uma das mais antigas espécies de pombos domésticos em todo o mundo e possuem uma origem totalmente desconhecida. Alguns acreditam que eles vieram da Índia, enquanto outros acham que são nativos de Chipre. Eles chegaram na Europa por volta do século 16, onde foram submetidos a quatro etapas de desenvolvimento, por criadores, até que evoluíram e alcançaram seu estado atual.

Apesar de terem sido criados ao longo dos séculos, os pombos jacobinos sofreram mudanças notáveis nos últimos 80 anos. Eles começaram bem pequenos, mas, atualmente, são magros e de tamanho médio, com penas longas de voo, pernas longas e caudas finas. A característica mais notável é a “roseta”, o capuz que cobre completamente a parte superior e os lados de sua cabeça minúscula. Na verdade, a cara do pássaro só é visível na parte da frente. Eles possuem uma postura ereta invejável, o que soma mais ainda à sua elegância.

Os pássaros possuem esse nome por conta dos monges jacobinos, que usavam capacete muito similar às rosetas no século 12. Esses pombos foram as aves favoritas da rainha Vitória: Ela fez esforços especiais para obter espécimes em circulação, para melhorar a sua própria coleção de pássaros. Columbófilos de todo o mundo enviaram-lhe o melhor de seus pássaros, e, por sua vez, recebiam espécimes ainda melhores, criados sob a supervisão da rainha.

Eles podem parecer delicados e chiques, mas esses pombos são realmente muito resistentes. Eles comem pouco e são considerados bons pais. Por conta da roseta, esses pássaros não conseguem voar e ainda possuem um pouco de sua visão comprometida, deixando-os desfavoráveis perante um predador.

São aves consideradas raras e geralmente são encontradas em cativeiro, por ter sido uma espécie praticamente criada em laboratório desde sua origem. Por serem tão elegantes, são vistas como peças únicas para columbófilos – pessoas que criam espécimes de pombos.

Jornal Ciência

Metal Burguês: heavy metal é a cara da riqueza, afirma pesquisa

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O Heavy Metal, como todos já sabem, não nasceu em berço de ouro e não se desenvolveu em centros acadêmicos. Nasceu da classe operária e se desenvolveu em lugares de péssima qualidade de vida. A falta de uma procedência “nobre” foi determinante na criação de um estigma social que sempre perseguiu os headbangers mesmo quando o Heavy Metal atingiu o mainstream nos anos 80, alavancando o status financeiro dos seus músicos.

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Mas agora o metal anda ganhando cada vez mais aceitação dentro de países desenvolvidos. Procurando entender melhor sobre esse crescimento demográfico nessas regiões, o pesquisador Richard Florida¸ da Universidade de Toronto, elaborou um gráfico com dados do Encyclopaedia Metallum que mostram exatamente a concentração de bandas pelo mundo e teve como surpresa o fato de que a região onde há mais concentração de bandas a cada 100 mil habitantes é na Escandinávia. Vejam o gráfico:

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“Quando escrevi sobre este mapa por volta de 2012, comentários tinham todos os tipos de explicações para o motivo do heavy metal ter se espalhado tão longe ao norte de forma tão intensa. A emoção sombria do Metal, alguns disseram, refletida a longas noites frias de inverno do norte da Europa […] O gênero tem menos oscilação nos lugares pós-industriais devastados onde nasceu, mas continua a ser incrivelmente popular nos países escandinavos conhecidos por sua riqueza relativa, robustas redes de segurança social e a incrivelmente elevada qualidade de vida”, afirma Richard, já deixando claro que fatores como o PIB elevado e a alta qualidade de vida fazem dos escandinavos um dos maiores (se não “o maior”) consumidores e propagadores dessa cultura, justamente por terem os meios necessários para a sua participação nos meios de produção, bem como a aquisição dos materiais relacionados ao heavy metal.

“Apesar do metal ser a escolha musical para alguns machos alienados da classe trabalhadora, há maior proveito de sua popularidade nos lugares mais avançados, mais tolerantes, e com base de conhecimento do mundo. Por mais estranho que possa parecer, o heavy metal não brota da escória envenenada de alienação e desespero, mas do solo argiloso da prosperidade pós-industrial. Isso faz sentido, afinal de contas: enquanto novas formas musicais podem brotar em grupos descontentes, marginalizados ou desfavorecidos, é nas sociedades mais avançadas e ricas que se têm empresas de mídia e entretenimento que podem propagar novos sons e gêneros, bem como jovens ricos e consumidores com bastante tempo de lazer para comprá-los”, finaliza Richard Florida.

Fonte: Whiplash

Expresso: o email seguro governo terá “backdoor” para auditar conteúdos

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A o contrário do que se esperava, o Expresso, o sistema de email que o governo federal resolveu criar para se proteger de agências de espionagem estrangeiras, terá um sistema de criptografia em que será possível utilizar uma “porta dos fundos” ou “backdoor” para acessar qualquer mensagem enviada e recebida. Isso foi explicado por Marcos Melo, coordenador do Serviço de Processamento de Dados do governo (Serpro). Ele comentou que o mecanismo se faz necessário por questões legais, que exigiriam a auditabilidade dessas mensagens em alguns casos.

Melo explicou o funcionamento do sistema de criptografia no 12° Fórum de Certificação Digital que aconteceu na última quarta-feira (28). Paulo Roque, da Associação Brasileira de Empresas de Software, foi quem questionou a segurança desse sistema, que, de acordo com ele, poderia ser explorado por agências com grandes recursos de espionagem, como a NSA.

Multiplas autorizações

Em vista disso, Melo comentou então que, apesar de haver uma porta dos fundos para garantir a auditabilidade do conteúdo, acessar esse meio não seria tão simples. Para tal, seria necessária a autorização de várias pessoas em um ambiente seguro, onde cada uma delas deveria inserir suas credenciais, inclusive o destinatário ou remetente da mensagem.

Fora isso, para essa porta dos fundos ser acessada no Expresso, seria necessário o computador possuir um módulo de segurança em hardware para garantir que isso não fosse feito em qualquer lugar. Melo não comentou sobre o funcionamento desse módulo, entretanto.

O Expresso é um serviço de emails que o governo federal decidiu desenvolver em um projeto aberto e colaborativo para evitar que documentos e mensagens sigilosas fossem interceptadas por agências de espionagem internacionais. O responsável por esse desenvolvimento é os Correios, e países como o Uruguai já anunciaram que também utilizarão o serviço brasileiro quando for definitivamente lançado. Não há, entretanto, uma data para o governo começar a utilizar o Expresso, que ainda está em desenvolvimento.

Via Tecmundo

Fontes TV Convergência | YouTube

 

Esta elegante “mesa-gabinete” vai deixá-lo boquiaberto

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A fabricante taiwanesa de acessórios Lian Li anunciou recentemente os modelos DK-01 e DK-02. Mas as carcaças para computadores não são apenas gabinetes. Acontece que a icônica peça serve também como mesa a quem decidir integrar um poderoso hardware ao utensílio doméstico. O design elegante de ambas as mesas possibilita aos usuários a construção de máquinas realmente encorpadas. E a principal diferença entre os modelos apresentados é o tamanho: enquanto a mesa DK-1 é capaz de servir como gabinete a um PC, a DK-2 pode suportar até dois sistemas de hardware independentes. Confira a seguir algumas das principais características de ambas as mesas:

  • Quatro entradas USB 3.0
  • Saída de áudio de alta qualidade
  • Entrada para microfone
  • Botão de energia
  • Trava
  • Slim Drive
  • Laterais tapadas por coolers com filtro
  • Suporte lateral para headset
  • Suporte para teclado ajustável
  • Tampa superior removível
  • Suporte a placas-mãe HPTX, ATX E Micro-ATX (DK-1)
  • Suporte a cartões gráficos de até 400 mm (DK-1)
  • Dez suportes individuais para HDDs (DK-1)

Todas as especificações técnicas das mesas DK-1 e DK-2 podem ser conferidas por meio do vídeo postado acima ou através do site da fabricante (o modelo DK-2 possui basicamente as mesmas características da DK-1; a diferença está no suporte a um conjunto de hardware a mais – a quantidade de suporte a HDDs e a tamanhos determinados de cartões, por exemplo, são alguns dos aspectos que sofrem variação). O preço da DK-1 fica cravado em US$ 990; sua irmã mais parruda custa US$ 1.200. Naturalmente, nenhum componente de hardware acompanha a “mesa-gabinete”.

Fonte  Lian Li
Imagens Lian Li
Via Tecmundo

Universo não está se expandido, afirmam astrofísicos

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Uma equipe de astrofísicos liderada por Eric Lerner, do centro de pesquisa Lawrenceville Plasma Physics (EUA), diz ter encontrado novas evidências, com base em medidas detalhadas do tamanho e brilho de centenas de galáxias, de que o universo não está em expansão como se pensava anteriormente.

O Prêmio Nobel de Física de 2011 foi atribuído conjuntamente a três cientistas que descobriram que a expansão do universo está acontecendo de maneira acelerada. Os físicos Saul Perlmutter, Brian Schmidt e Adam Riess chegaram a essa conclusão estudando as supernovas do tipo Ia – as violentas explosões resultantes da morte de estrelas anãs brancas.

Eles mediram a maneira como a luz de supernovas Ia se distorciam para ver a rapidez com que as galáxias estão se afastando umas das outras, ou seja, o quão rápido o universo está se expandindo. A partir da análise, foiconcluído que todas as estrelas, galáxias e aglomerados de galáxias estão se movendo cada vez mais rápido.

Outras medidas de galáxias brilhantes e distantes, como as feitas por cientistas da Universidade de Tóquio, no Japão, através de lentes gravitacionais, também indicaram que o universo estava “crescendo” como um balão gigante.

Também surgiram teorias um pouco diferentes que diziam o universo não estava expandindo, mas sim ganhando massa.

Agora, um novo estudo entra na contramão de todas essas hipóteses dizendo que a expansão do universo simplesmente não existe.

O estudo

Os cientistas testaram uma das previsões marcantes da teoria do Big Bang, de que a geometria comum não funciona em grandes distâncias.

Segundo a geometria comum, no espaço que nos rodeia (na Terra, no sistema solar e na Via Láctea), conforme objetos semelhantes estão mais longes, parecem mais fracos e menores. O seu brilho de superfície, que é o brilho por unidade de área, mantém-se constante.

Em contraste, a teoria do Big Bang nos diz que, em um universo em expansão, objetos mais distantes devem parecer mais fracos, só que maiores. Nesta teoria, o brilho da superfície diminui com a distância. Além disso, a luz é esticada conforme o universo é expandido, o que diminui ainda mais o brilho.

Assim, em um universo em expansão, galáxias mais distantes devem ser centenas de vezes mais fracas do que o brilho da superfície de galáxias próximas semelhantes, o que as tornaria indetectáveis com os telescópios atuais.

E não é isso que as observações mostram.

No novo estudo, os pesquisadores cuidadosamente compararam o tamanho e o brilho de cerca de mil galáxias próximas e muito distantes. Eles escolheram as galáxias espirais mais luminosas para as comparações, combinando a luminosidade média das amostras próximas e distantes.

Ao contrário do que a previsão dita, eles descobriram que o brilho da superfície das galáxias próximas e distantes são idênticos.
Estes resultados são consistentes com o que seria esperado da geometria normal se o universo não estivesse se expandindo. Ou seja, os resultados estão em contradição com o escurecimento drástico do brilho superficial previsto pela hipótese universo em expansão.

“Claro, você pode supor que as galáxias distantes eram muito menores e, portanto, tinham centenas de vezes mais brilho de superfície intrínseco no passado, e que, apenas por coincidência, o escurecimento do Big Bang cancela exatamente esse maior brilho em todas as distâncias para produzir a ilusão de um brilho constante, mas isso seria uma grande coincidência”, explica Lerner.

Esse não foi o único resultado surpreendente da pesquisa. Para aplicar o teste de brilho de superfície, proposto pela primeira vez em 1930 pelo físico Richard C. Tolman, a equipe teve que determinar a luminosidade real das galáxias, de modo a corresponder galáxias próximas e distantes.

Para isso, os astrofísicos vincularam a distância das galáxias ao seu redshift (desvio para o vermelho, que corresponde a uma alteração na forma como a frequência das ondas de luz é observada no espectroscópio em função da velocidade relativa entre a fonte emissora e o receptor observador).

Eles participaram do pressuposto de que a distância é proporcional ao desvio para o vermelho em todas as distâncias, tal como foi verificado no universo próximo.

Em seguida, os pesquisadores checaram essa relação entre redshift e distância com os dados do brilho de supernovas que foram usados para medir a hipótese da expansão acelerada do universo.

“É surpreendente que as previsões desta fórmula simples são tão boas quanto as previsões da teoria do universo em expansão, que incluem correções complexas para a matéria escura e a energia escura hipotéticas”, disse um dos coautores do estudo, Dr. Renato Falomo, do Observatório Astronômico de Padova, na Itália.

O Dr. Riccardo Scarpa do Instituto de Astrofísica de Canarias, na Espanha, outro coautor do estudo, acrescentou: “Mais uma vez você pode pensar nisso como mera coincidência, mas seria uma segunda grande coincidência”.

E agora?

Se o universo não está se expandindo, o desvio para o vermelho da luz com o aumento da distância deve ser causado por algum outro fenômeno – algo que acontece com a própria luz que viaja através do espaço.

“No momento, não estamos especulando sobre o que poderia causar esse desvio”, afirma Lerner. “No entanto, tal desvio para o vermelho, o qual não está associada com a expansão, pode ser observado com a sonda adequada dentro do nosso sistema solar no futuro”.

O novo estudo foi publicado na revista International Journal of Modern Physics D.

Fonte SciNews

Via Hypescience