Música

Dia mundial do rock

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O dia 13 de julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o “dia mundial do rock”. O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como Paul McCartney, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, Queen, David Bowie, entre outros.

A data também coincide com o dia da formação do grupo The Rolling Stones, formada em 13 de Julho de 1962. 

História

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.2

Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.

Em 2005, 20 anos depois do primeiro evento, Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com estrutura maior e shows em mais países. Dessa vez o objetivo foi pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd se reuniu em sua formação clássica pela primeira vez depois de 20 anos de separação.

Comemoração somente no Brasil

Apesar de se chamar “Dia Mundial do Rock”, a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas especializadas em rock – 89 FM e 97 FM – começaram a mencionar a data em sua programação. 3 A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo.

Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa “American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data.4 O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.

Cifra Club – Especial Dia Mundial do Rock

Via Youtube

Wikipédia

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Morre Tommy Ramone, último remanescente original dos Ramones

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Músico e produtor morreu aos 62 anos em Nova York; baterista foi vítima de câncer

Tommy Ramone, baterista e último integrante vivo da formação original da banda Ramones, morreu nessa sexta-feira (11) aos 62 anos em Nova York, de acordo com informações da banda, uma das mais importantes e influentes da história do rock, por meio de um anúncio no Twitter na madrugada deste sábado (12).

Dave Frey, que trabalha na produção do Ramones, disse que a mulher do baterista ligou para comunicar a morte do músico, vítima de um câncer no ducto biliar.

Nascido na Hungria em 29 de janeiro de 1952 como Erdelyi Tamas, Tommy se mudou para os Estados Unidos nos anos 50. O baterista foi um dos quatro fundadores da banda Ramones, em 1974, ao lado do vocalista Joey Ramone, do baixista DeeDee Ramone e do guitarrista Johnny Ramone.

Tommy participou dos três primeiros álbuns da banda – Ramones (1976), Leave Home (1977) e Rocket to Russia (1977) – , e compôs dois dos grandes sucessos do Ramones: I Wanna Be Your Boyfriend e Blitzkrieg Bop. Pouco depois, deixou a banda para focar na carreira de produtor. Ele foi substituído por Marc Bell (Marky Ramone).

Dee Dee, Johnny, Tommy e Marky Ramone posam durante cerimônia que marcou a entrada da banda no Hall da Fama do Rock and Roll, em março de 2002

Foto: Ed Betz / AP

A banda acabou em 1996 após o festival Lollapalooza, mas o legado que deixaram com sucessos como I Wanna Be SedatedJudy Is a Punk e Beat the Brat os transformou em um dos nomes mais míticos do punk rock.

O primeiro membro da formação original a morrer foi Joey, cujo nome verdadeiro era Jeff Hyman, em 2001, por conta de um câncer linfático. No ano seguinte, Douglas Colvin, nome real de DeeDee, morreu por conta de uma overdose. Em 2004, morreu de câncer de próstata Johnny, cujo nome verdadeiro era John Cummings.

Tommy aparece na capa do primeiro disco da banda: ‘Ramones’, de 1976; o baterista, o segundo da esquerda para a direita, está na ponta dos pés

Com informações das agências internacionais

Via TERRA

Metal Burguês: heavy metal é a cara da riqueza, afirma pesquisa

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O Heavy Metal, como todos já sabem, não nasceu em berço de ouro e não se desenvolveu em centros acadêmicos. Nasceu da classe operária e se desenvolveu em lugares de péssima qualidade de vida. A falta de uma procedência “nobre” foi determinante na criação de um estigma social que sempre perseguiu os headbangers mesmo quando o Heavy Metal atingiu o mainstream nos anos 80, alavancando o status financeiro dos seus músicos.

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Mas agora o metal anda ganhando cada vez mais aceitação dentro de países desenvolvidos. Procurando entender melhor sobre esse crescimento demográfico nessas regiões, o pesquisador Richard Florida¸ da Universidade de Toronto, elaborou um gráfico com dados do Encyclopaedia Metallum que mostram exatamente a concentração de bandas pelo mundo e teve como surpresa o fato de que a região onde há mais concentração de bandas a cada 100 mil habitantes é na Escandinávia. Vejam o gráfico:

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“Quando escrevi sobre este mapa por volta de 2012, comentários tinham todos os tipos de explicações para o motivo do heavy metal ter se espalhado tão longe ao norte de forma tão intensa. A emoção sombria do Metal, alguns disseram, refletida a longas noites frias de inverno do norte da Europa […] O gênero tem menos oscilação nos lugares pós-industriais devastados onde nasceu, mas continua a ser incrivelmente popular nos países escandinavos conhecidos por sua riqueza relativa, robustas redes de segurança social e a incrivelmente elevada qualidade de vida”, afirma Richard, já deixando claro que fatores como o PIB elevado e a alta qualidade de vida fazem dos escandinavos um dos maiores (se não “o maior”) consumidores e propagadores dessa cultura, justamente por terem os meios necessários para a sua participação nos meios de produção, bem como a aquisição dos materiais relacionados ao heavy metal.

“Apesar do metal ser a escolha musical para alguns machos alienados da classe trabalhadora, há maior proveito de sua popularidade nos lugares mais avançados, mais tolerantes, e com base de conhecimento do mundo. Por mais estranho que possa parecer, o heavy metal não brota da escória envenenada de alienação e desespero, mas do solo argiloso da prosperidade pós-industrial. Isso faz sentido, afinal de contas: enquanto novas formas musicais podem brotar em grupos descontentes, marginalizados ou desfavorecidos, é nas sociedades mais avançadas e ricas que se têm empresas de mídia e entretenimento que podem propagar novos sons e gêneros, bem como jovens ricos e consumidores com bastante tempo de lazer para comprá-los”, finaliza Richard Florida.

Fonte: Whiplash

Confira uma reprodução de ondas acústicas de música com fogo [vídeo]

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Fonte da imagem: Reprodução/KotakuConfira uma reprodução de ondas acústicas de música com fogo [vídeo]

O pessoal do canal Hard Science, do Youtube, resolveu criar um tubo com gás propano que reproduz as ondas sonoras com fogo!

A experiência foi realizada com toda segurança e apresentada por eles, que mostram passo a passo como foi feito. Como um equalizador, as ondas acústicas variam de acordo com a intensidade da música. Confira abaixo o resultado e não tente fazer isso em casa!

Fonte Kotaku

Via Megacurioso

Tecnologia: baterista amputado volta a tocar com braço biônico

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Um professor da Georgia Tech Center for Music Technology, que criara robôs músicos anteriormente, usou a tecnologia para permitir a um músico amputado voltar a tocar bateria. O inventor afirma que “na prática, o baterista virou um cyborg.”

O baterista Jason Barnes perdeu seu braço abaixo do cotovelo após ser eletrocutado dois anos atrás. Para ajudar Barnes a voltar para seu kit, o professor Gil Weinberg da Georgia Tech o equipou com uma prótese robótica que responde aos movimentos do braço do músico.

O mais legal é que o braço mecânico tem duas baquetas, uma delas controlada pelos movimentos dos músculos do baterista, e a segunda controlada por computador. A segunda baqueta “ouve” a música que está sendo tocada e “improvisa” sobre ela.

whiplash

Matéria original de Graham ‘Gruhamed’ Hartmann

Casa da Música entre salas mais espetaculares do mundo

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  A Casa da Música é uma das 15 salas de concertos mais “espetaculares” do mundo. Quem o garante é a companhia global Emporis, que compila dados acerca de edifícios de elevado valor público e económico e que incluiu a sala de espetáculos portuense numa lista restrita divulgada em Fevereiro.

“As salas de concertos modernas já não se apoiam apenas em excelentes performances: atualmente, têm também caraterísticas arquitetónicas assinaláveis, que oferecem à audiência um grande espetáculo antes ainda de esta chegar aos seus lugares”, afirma a Emporis em comunicado.
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Tendo presente esta realidade e o facto de, cada vez mais, as salas de espetáculos serem construídas “para sobressair por intermédio dos seus formatos, cores e materiais atrativos”, a empresa decidiu compilar “uma seleção das salas mais espetaculares do mundo”.
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Entre os edifícios escolhidos está a Casa da Música, no Porto, cujo “primeiro concerto aconteceu um dia depois da inauguração oficial pelo Presidente da República a 15 de Abril de 2005”, informa a empresa, acrescentando que o edifício é também “a casa da Orquestra Nacional do Porto”.
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A Casa da Música foi projetada pelo arquiteto holandês Rem Koolhas no âmbito do evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001. Porém, a construção acabou por só ficar concluída em 2005. Desde então, o edifício tem sido amplamente elogiado a nível internacional.
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Além desta sala de espetáculos portuguesa, a lista inclui dois edifícios espanhóis, ambos assinados pelo arquiteto Santiago Calatrava (o Auditório Adán Martín, em Tenerife, e o Palácio das Artes Rainha Sofia, em Valência), mas também salas em países tão díspares como os EUA (o Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles), a China (o Grande Teatro Nacional, em Pequim) e o Azerbeijão (o Centro Heydar Aliyev, em Baku).
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Música faz o cérebro funcionar

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Pacientes com Alzheimer parecem “acordar” ao ouvir sons da juventude

Melodia. Estudo mostra que anatomia cerebral de quem toca um instrumento é diferente da população

Quase todo mundo conhece a sensação de se emocionar com alguma canção. Tanto à primeira audição, com melodias alegres ou tristes, quanto ao escutar algo que remeta a situações do passado. No documentário “The Power of Music” (“O poder da música”) , o musicoterapeuta britânico Oliver Sacks acompanhou pessoas com síndrome de Alzheimer, conhecida por levar os portadores a uma apatia emotiva que beira o estado vegetativo.

Porém, ao serem expostos a músicas que costumavam escutar na juventude, a reação foi surpreendente: alguns pacientes pareceram acordar de um torpor, se empolgando a ponto de cantarolar algumas dessas canções.

O que acontece é que a simples audição de uma peça musical ativa as mais diversas partes do nosso cérebro. No caso do Alzheimer, é o córtex pré-frontal, área responsável pelo comportamento e discernimento e que responde ao ritmo musical.

“O que um experimento como esse mostra é que a música é capaz de abrir uma espécie de canal emotivo”, analisa o psiquiatra e psicanalista Guilherme José Medeiros. “A parte do cérebro ligada ao sentimento é mais antiga, evolutivamente falando. Já a da razão é mais recente, e a música, assim como outras artes, força a pessoa a fazer essa ponte. Principalmente quem toca um instrumento” explica.

Isso é o que comprova um estudo feito na Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, que evidenciou diferenças na anatomia cerebral de músicos profissionais em relação ao resto da população. Segundo a pesquisa, os instrumentistas apresentaram um maior número de conexões entre os dois hemisférios do cérebro.

Belo Horizonte. Com mais de 40 anos de experiência na área, a educadora e pianista Rosa Lúcia dos Mares Guia até hoje se surpreende com os benefícios da música no desenvolvimento pessoal, principalmente em crianças e adolescentes. Para a fundadora do Núcleo Villa-Lobos de Educação Musical, que oferece cursos de musicalização em Belo Horizonte para alunos a partir dos 6 meses de idade, o contato com a música transforma as pessoas.

“Assim como outras expressões artísticas, ela possibilita um aprimoramento, uma percepção mais profunda e mais delicada das coisas, e isso faz com que as pessoas atinjam uma dimensão mais elevada de sensibilidade”, analisa. A partir de 1997, o fato ficou ainda mais evidente a partir de um projeto realizado pelo núcleo em escolas públicas de 12 regiões de Minas Gerais, no qual cerca de 125 mil alunos tiveram aulas de Educação Musical. “Antes, as crianças eram muito agitadas, brigavam no recreio e tinham dificuldades de se relacionar com os professores. Depois de começarmos o projeto, o comportamento mudou totalmente: elas começaram a fazer jogos e brincadeiras nos intervalos, e até o relacionamento com alguns professores, que antes era ruim, se tornou melhor”.

Arte com sons

Cristais. O fotógrafo japonês Masaru Emoto expôs cristais de água a diferentes estilos musicais e os registrou. As amostras reagiram de forma diferente dependendo do tipo que música a que foram expostas.

O tempo – Música faz o cérebro funcionar